O paisagismo contemporâneo evolui junto com a arquitetura e o comportamento do consumidor. Em 2026, os projetos verdes assumem um papel ainda mais estratégico: valorizam imóveis, fortalecem marcas e promovem bem-estar.
Empresas e residências buscam soluções que unam estética, funcionalidade e baixa manutenção — sem abrir mão da identidade visual.
1. Naturalismo Contemporâneo
Composições mais orgânicas, volumes livres e mistura de texturas criam jardins sofisticados e atemporais. A proposta é reduzir podas excessivas e valorizar o movimento natural das espécies.
Espécies indicadas:
- Capim-do-Texas
- Capim-nascente
- Moreia
Essa abordagem garante elegância com menor custo de manutenção.
2. Fachadas com Impacto Visual
O paisagismo passa a integrar o posicionamento arquitetônico e comercial. Fachadas verdes bem estruturadas agregam valor e criam presença marcante.
Espécies estruturais e de destaque:
- Jasmim-manga
- Palmeira Fênix
- Clúsia
Projetos mais limpos, com poucas espécies e forte impacto visual, serão predominantes.
3. Tropical Urbano
Folhagens exuberantes continuam em alta, especialmente em empreendimentos contemporâneos e áreas corporativas.
Espécies protagonistas:
- Costela-de-adão
- Strelitzia
- Helicônia
Essa tendência reforça a conexão com a natureza em ambientes urbanos.
4. Sustentabilidade e Espécies Adaptadas
Projetos sustentáveis deixam de ser diferencial e tornam-se padrão. O uso de espécies adaptadas ao clima regional reduz consumo de água e custos operacionais.
Espécies recomendadas:
- Quaresmeira
- Resedá
- Ipê-amarelo
Além da eficiência, essas espécies contribuem para a biodiversidade local.
5. Paisagismo de Baixa Manutenção
Com a rotina acelerada e a necessidade de otimização de recursos, cresce a demanda por projetos resilientes e funcionais.
Espécies estratégicas:
- Espada-de-são-jorge
- Agave
- Zamioculca
Soluções duráveis agregam valor e garantem longevidade ao projeto.

